Continuei a comer e reparei numa estatua muito bonita no meio do relvado. Elan de Mãe datada de 2003 por Cristina Leiria.

Acabo de comer e vou deitar fora o lixo. È nesse preciso momento que reparo em algo interessante: o parque não tem ecopontos. Separar o lixo é um habito que se quer impor positivamente a todos, principalmente às crianças, achei estranho os parques com tanta afluência de crianças não haver ecopontos com um papel de agente influenciador para uma atitude correcta que é separar o lixo e preservar a natureza. Após fotografar mais algumas coisas no parque entre elas: flores, galinhas, pavões e gansos, fui apanhar o comboio em direcção a Alcântara. O caminho de comboio foi marcado pelo inicio da minha leitura de um livro: Diário de Um Mago, de Paulo Coelho. Virei mais tarde falar deste livro interessante que me deixou num estado de introspecção durante grande parte do percurso.
Chegado a Alcântara, segui pelos túneis subterrâneos até ao CaféCafé e subi até à Rua dos Lusíadas. Fui observando o caminho e apercebendo-me do que poderia ter interesse fotográfico. Voltei para trás. Fotografei um edifício de duas perspectivas diferentes de modo a mostrar a arquitectura urbana típica da Alcântara envelhecida.


Mais adiante fiquei parado numa rua à espera que surgissem oportunidades para poder fotografar eléctricos.

Continuei até ao túnel que dá acesso ao interior da estação. Sentei-me perto das passadeiras rolantes à muito paradas e fiquei a observar as pessoas que vinham do comboio. Quando não havia muita gente: mais um motivo para uma foto…

Segui caminho para o comboio, de novo, com a marca forte do Paulo Coelho e das bandas sonoras de .hack, Nobuo Uematsu, Naruto (musicas de animes), e Nelly Furtado, Christina Aguilera, Kylie Minogue, etc. Não fui até Cascais, saí no Estoril e fui a pé pela praia. Aquelas praias onde deixei os meus sentimentos de infância. Os meus amigos que ali ficaram no meu passado. O mar estava agitado…
Segui caminho e deparei com uma novidade num sítio daqueles. Uma novidade muito interessante!

Pois é, amigos, é uma casa de banho com o espelho voltado para o mar!No fim da viagem ainda fotografei o túnel que da acesso ao lado contrario da Av. Marginal.

Foi um dia que passou, igual a todos os outros, mas muito proveitoso para mim. Embora sempre sozinho no aspecto físico, vi-me acompanhado pelos meus pensamentos e sentimentos e pelos de quem, por muito longe que estejam, estão sempre comigo.
P.S.: Algo importante a referir, este texto foi escrito com a banda sonora de Escaflowne (semelhante a uma opera, musica clássica).