quinta-feira, 29 de março de 2007

Inicio da Jornada E-Book "For All Of Us"

A história que vai ser apresentada no e-book é uma ficção/fantasia que tem como objectivos principais despertar valores na moral e ética assim como incentivar o leitor/participante a questionar tudo o que o rodeia. Uma luta entre o real e o irreal, o consciente e o inconsciente, a loucura e a sanidade é o que aqui procuro, tudo isso com uma boa dose de acção.
Conto com as vossas ideias, tal como opiniões, que poderão enviar-me através de e-mal (que coloquei na barra lateral do blogue) ou através de comentários.
Obviamente que tenho algo idealizado para a construção da história, tal como ela vai seguir num rumo, mais ou menos propositado, de encontro com os meus pensamentos.
Consultem os links que estão incorporados nos titulos das postagens caso eu queira demonstrar algo que interaja com a história, tal como filmes/musicas da barra lateral do blog.

Está, então, aberta a jornada do E-Book “For All Of Us”. Espero os vossos comentários, opiniões e ideias para o seguimento desta história…


“Até quando, ó verdadeiro e santo
Dominador,
não julgas e vingas o nosso sangue
dos que habitam sobre a
terra?”

Apocalipse Segundo S. João
Capitulo 6, 10.º
Paragrafo


Introdução ao 1º capítulo

- De que cor é um espelho?
- Não sei… Metálico?
- Não, preto.
- Como pode ser preto se eu me vejo nele?
- Isso é apenas aquilo que tu esperas encontrar nele.
- Mas como é que sabes que ele é preto? – pergunta o rapaz, já desesperado com a voz na sua cabeça.
- Eu sou um. – diz o espelho, mexendo a própria figura do rapaz para falar.
Ele olha-se no espelho fixamente focando a sua concentração em toda a sua cópia. Começa a ficar tudo negro em redor da sua imagem reflectida, até que a própria é engolida pela escuridão. É como estar cego a cair num vazio profundo, até que acorda no outro mundo, no seu mundo.

Destruição…
À sua volta está um mundo rarefeito na escuridão da noite. Ainda são visíveis edifícios de um mundo, em tempos desenvolvido. Agora não passam de um monte de pedras abandonadas à sedimentação. O mar, conhecido pelo seu temperamento bravio, está completamente parado, e não existe areia, mas sim terra com fissuras provocadas pelo calor e a seca.
Conforme ele caminha descobre vegetação, muito pouca, até que por detrás de uma colina algo o espanta imenso, um ninho com um único ovo do seu tamanho. A vegetação condensa-se à volta do ninho como se do ovo dependesse. Este irradia uma luz e calor intensos.
- Toca-lhe.
- Não devo! – diz o rapaz, assustado.
- É o teu destino.
- O destino… Eu não acredito no destino.

- (Tenho muita pena, o destino quis que ele morresse…) - Lembro estas palavras com agonia. – segue-se um monologo de revolta - O destino, Deus ou as pessoas? Quem comanda? Eu sou dono de mim, deste mundo em que estou! – a irritação misturam-se com paixão na sua voz em clamor – Eu criei o Meu Mundo para poder ser eu a comandar-me! Quem és tu?

- O teu mundo… Parece que já não é só teu. – a voz é emanada de um espectro quase invisível poucos centímetros ao lado dele. – Agora, toca-lhe, aceita a oferta de lutares pelos teus ideais e pelo teu mundo.

Ele aproximou-se do ovo. À medida que se aproxima sente-se cada vez mais atraído.
- (Que oferta é esta que me vai permitir lutar? Estou já a milímetros de lhe tocar…)


Quem é este rapaz? A quem/o quê pertence a voz? Que mundo é este?
Ainda há muito a desvendar e que tal seres TU a dar seguimento a esta
história?!

Obrigado pelo vosso contributo.

quinta-feira, 22 de março de 2007

Uma ideia, Um livro

As ferias estão aí a rebentar, e, como já era esperado, a minha volta mais intensa aos blogues também. Mas vim com novas ideias… Quero aqui lançar um desafio, para mim, e para todos os observadores, amigos, conhecidos deste blogue: a criação de um e-book.

O e-book é, como o nome indica, um livro electrónico, mas com características especiais – existe interacção entre o autor (eu) e dos “Navegadores” da Internet. Assim sendo, eu dou as bases da acção e os autores iniciais, e ao longo da construção do “livro” vão-se fazendo pedidos de votação de acontecimentos, ideias dos cibernautas para os próximos capítulos, frases, citações, et cetera.

Pretendo com isto dar asas a uma história que comecei e nunca acabei; e como não sou um “Ás” a português, também pretendo aprender um pouco com as sugestões/comentários que me vão surgindo.

Um blogue de todos para todos nós… Curioso como uma frase com já um ano de idade continua tão fortemente ligada à minha personalidade e ao meu blogue (que considero um espelho “retorcido” de mim), cuja personalidade já sofreu tantas mutações…

Obrigado a todos os que me acompanharam até hoje por estas bandas.
Um especial obrigado para ti…