No passado dia 16 de Novembro, alunos em todo o país aderiram a uma greve fantasma.
Os motivos da greve do passado dia 16 focalizaram as aulas de substituição e os elevados preços dos livros escolares. Obviamente, não existindo nenhuma entidade, a nível nacional, representante dos alunos, as faltas que derivaram da greve foram todas injustificadas.
Será que o raciocínio foi abolido dos estudantes portugueses? Penso que não.
Acontece que este tipo de greves, para alem de ilegais, não servem para absolutamente nada excepto dar faltas injustificadas aos alunos e menos trabalho aos professores. Porem, os alunos não se deram, nem se estão a dar, ao trabalho de se informarem relativamente à legalidade das atitudes e os prejuízos ou benefícios que podem, daí, obter.
No próximo dia 28 irá haver uma nova “greve”, e, admirem-se, diz-se ser legal. Será que se constitui uma organização representante dos alunos em uma semana e conseguiu, para primeiro grande feito, a aprovação por parte das entidades competentes (Min.Edu.), uma greve? Parece-me, também, que não.
Para alem do governo estupidificante do nosso país, o povo, o cidadão comum e os alunos estupidificam-se mutuamente pensando que irão mudar alguma coisa. O mundo é dos jovens. O mundo é dos estudantes. Mas a luta deve ser travada com espadas de aço e não de madeira. Se querem lutar, lutem com dignidade e de acordo com as leis!
Gostei especialmente da última parte (fora o “tipo” que a aluna tendia a usar): “jogar às cartas”. Foi decretado pelo ministério, duas semanas antes desta manifestação, que é proibido jogar às cartas dentro da escola (fora ou dentro de aulas). O porquê não me perguntem, mas, “tipo” para alem de uma greve e manifestação ilegais, não sabem falar nem o que dizem.
O nosso país, os nossos cidadãos comuns têm que acordar para a realidade e agirem correctamente. Uma pessoa sozinha nada faz, e se só eu ou outro estamos lúcidos, então iremos afogar-nos juntamente com a nação.
Uma mensagem a todos: ACORDEM!
Os motivos da greve do passado dia 16 focalizaram as aulas de substituição e os elevados preços dos livros escolares. Obviamente, não existindo nenhuma entidade, a nível nacional, representante dos alunos, as faltas que derivaram da greve foram todas injustificadas.
Será que o raciocínio foi abolido dos estudantes portugueses? Penso que não.
Acontece que este tipo de greves, para alem de ilegais, não servem para absolutamente nada excepto dar faltas injustificadas aos alunos e menos trabalho aos professores. Porem, os alunos não se deram, nem se estão a dar, ao trabalho de se informarem relativamente à legalidade das atitudes e os prejuízos ou benefícios que podem, daí, obter.
No próximo dia 28 irá haver uma nova “greve”, e, admirem-se, diz-se ser legal. Será que se constitui uma organização representante dos alunos em uma semana e conseguiu, para primeiro grande feito, a aprovação por parte das entidades competentes (Min.Edu.), uma greve? Parece-me, também, que não.
Para alem do governo estupidificante do nosso país, o povo, o cidadão comum e os alunos estupidificam-se mutuamente pensando que irão mudar alguma coisa. O mundo é dos jovens. O mundo é dos estudantes. Mas a luta deve ser travada com espadas de aço e não de madeira. Se querem lutar, lutem com dignidade e de acordo com as leis!
Entrevista SIC no dia 16:
Repórter: “Bom dia, pode-nos dizer o porquê desta
manifestação?”
Aluna: “Estamos a manifestar porque a senhora ministra da
educação está a fazer um mau trabalho e por causa das aulas de
substituição.”
Repórter: “Portanto, não estão de acordo com a decisão da
ministra da educação em implementar as aulas de substituição. Diga-me, o que
acontece nessas aulas?”
Aluna: “Tipo… quando vamos ter uma aula de psicologia
e se a stora faltar tipo vem um stor de educação física e tipo não percebe nada
de psicologia então ficamos a fazer jogos para pássaro tempo e a jogar às
cartas”.
Gostei especialmente da última parte (fora o “tipo” que a aluna tendia a usar): “jogar às cartas”. Foi decretado pelo ministério, duas semanas antes desta manifestação, que é proibido jogar às cartas dentro da escola (fora ou dentro de aulas). O porquê não me perguntem, mas, “tipo” para alem de uma greve e manifestação ilegais, não sabem falar nem o que dizem.
O nosso país, os nossos cidadãos comuns têm que acordar para a realidade e agirem correctamente. Uma pessoa sozinha nada faz, e se só eu ou outro estamos lúcidos, então iremos afogar-nos juntamente com a nação.
Uma mensagem a todos: ACORDEM!