Tenho-me, ultimamente, dedicado mais à leitura e o ultimo livro que li foi o Diário de um Mago (mentira que ando a ler tanto que antes de ter tempo de fazer este texto já voltei a ler O Principezinho e já estou a ler outro, mas isso agora não interessa nada!), de qualquer modo aconselho a todo o ser humano que o leia. Podia aqui abordar 1001 temas que este livro trata mas só abordarei o tema mais importante e universal falado neste livro: o Amor.
Existem diversos tipos de amor. Quem nunca ouviu falar de amor Platónico? Esse amor perfeito sem qualquer tipo de interesses ou intenções secundárias. Mas não é de um amor “impalpável” que venho falar, mas sim de um amor mais visível. Comecemos por falar no amor manifestado pela juventude. O desejo físico e carnal, a paixão, o erotismo, os sentimentos e o desejo ligados tão intimamente que se confundem. Este amor é definido como Eros. Também existe um amor para caracterizar as amizades e o amor entre os casais se estes deixarem Eros ir morrendo. A esse amor chama-se Philos. Philos é o amor sob a forma de amizade, que, por exemplo, eu sinto pelos nossos amigos do Olha Quem. E por fim há um amor que está em Eros, Philos e na maioria das motivações do nosso dia a dia. Este tipo de amor é difícil de descrever e deve ser essencialmente vivido para sentir a sua existência. O nome deste amor é Ágape, o “amor-que-devora” (porque devora quem o sente e o consome na sua chama). Diz-se que Ágape é o “amor-que-devora” porque é um amor no seu estado mais puro, não intencional que se baseia na pura dedicação ao companheiro ao ponto que o sujeito que o sente possa até ser capaz de abrir mão do quer que seja para poder satisfazer as necessidades do companheiro. Este tipo de amor que existe apenas para servir o outro e para ser feliz com a felicidade do outro também se manifesta de outras formas. Por exemplo, alguém que se dedique toda a vida ou parte dela a ajudar os outros e em caridade, como a Madre Teresa de Cálcuta, diz-se que estava a viver um estado puro de Ágape porque vive em prol dos outros retirando a sua felicidade daí. Agora tomemos outro exemplo que o livro me ensinou, as crianças. As crianças são os seres mais entusiásticos e curiosos que conhecemos: mexem em tudo, brincam em todo o lado e com tudo como se nada se passa-se à sua volta, fazem perguntas de tudo o que sabemos e não sabemos. Este grande entusiasmo com que as crianças já nascem também pode ser identificado como Ágape. Infelizmente as pessoas têm tendência a retirar esse “entusiasmo” do seu ser… Ágape é o que nos faz ir à luta. Travar o que o Paulo Coelho chama ser o “Bom Combate”.
Existem diversos tipos de amor. Quem nunca ouviu falar de amor Platónico? Esse amor perfeito sem qualquer tipo de interesses ou intenções secundárias. Mas não é de um amor “impalpável” que venho falar, mas sim de um amor mais visível. Comecemos por falar no amor manifestado pela juventude. O desejo físico e carnal, a paixão, o erotismo, os sentimentos e o desejo ligados tão intimamente que se confundem. Este amor é definido como Eros. Também existe um amor para caracterizar as amizades e o amor entre os casais se estes deixarem Eros ir morrendo. A esse amor chama-se Philos. Philos é o amor sob a forma de amizade, que, por exemplo, eu sinto pelos nossos amigos do Olha Quem. E por fim há um amor que está em Eros, Philos e na maioria das motivações do nosso dia a dia. Este tipo de amor é difícil de descrever e deve ser essencialmente vivido para sentir a sua existência. O nome deste amor é Ágape, o “amor-que-devora” (porque devora quem o sente e o consome na sua chama). Diz-se que Ágape é o “amor-que-devora” porque é um amor no seu estado mais puro, não intencional que se baseia na pura dedicação ao companheiro ao ponto que o sujeito que o sente possa até ser capaz de abrir mão do quer que seja para poder satisfazer as necessidades do companheiro. Este tipo de amor que existe apenas para servir o outro e para ser feliz com a felicidade do outro também se manifesta de outras formas. Por exemplo, alguém que se dedique toda a vida ou parte dela a ajudar os outros e em caridade, como a Madre Teresa de Cálcuta, diz-se que estava a viver um estado puro de Ágape porque vive em prol dos outros retirando a sua felicidade daí. Agora tomemos outro exemplo que o livro me ensinou, as crianças. As crianças são os seres mais entusiásticos e curiosos que conhecemos: mexem em tudo, brincam em todo o lado e com tudo como se nada se passa-se à sua volta, fazem perguntas de tudo o que sabemos e não sabemos. Este grande entusiasmo com que as crianças já nascem também pode ser identificado como Ágape. Infelizmente as pessoas têm tendência a retirar esse “entusiasmo” do seu ser… Ágape é o que nos faz ir à luta. Travar o que o Paulo Coelho chama ser o “Bom Combate”.
"Antes de te encontrar eu estava quase morto, mergulhado em comodismo e a
contentar-me com pouco. A vida tem muito para dar só que por vezes pensamos que
não ou não o queremos receber. Lançaste-me ema corda de salvamento e sou quem
sou devendo-o a ti. Dedicar-me-ei a ti até a Terra ser o Céu e o Céu ser a
Terra."
Agora deixo aqui um texto que tive de escrever em português para um trabalho. O
texto é criado em função da imaginação da quase perda de uma pessoa de muita
importância para nós no acidente aviário nos Andes em 1972 (os passageiros que
não morreram com o impacto e escoriações sobreviveram 70 dias a alimentarem-se
de carne humana):
“Setenta dias. Setenta vezes eu morri. Sem ver o teu rosto
desfocado por estar tão perto do meu. O desespero e a angustia que eu respirava
e suava era intenso. Estou em paz agora que regressaste e sei que estas bem.
Estou feliz agora que voltaste para os meus braços, que podemos ser felizes e
continuar a construir os nosso sonho juntos: Uma casa de férias e uma na cidade,
viagens às grandes metrópoles do mundo como “New York”, “London”, etc., e quem
sabe, uns filhinhos lindos… Quando me disseram que te encontraram houve uma
explosão de calor em todo o meu corpo, cujo sangue se escoava para dar lugar à
angustia de uma perda de parte do meu ser (tu). Regressaste ao nosso ninho, e eu
vou proteger-te sempre para toda a minha vida…”
Foi altamente massacrante para mim estar a escrever isto e a tentar sentir esta angustia dentro de mim para a melhor expressar sem desatar a chorar à frente dos meus colegas… Felizmente tocou para sair e voltámos à realidade que por vezes é melhor que a imaginação…
Beijos e Abraços!!
19 comentários:
falemos e vivamos este amor lindissimo que temos.
as tuas palavras deixaram-me completamente de lágrimas nos olhos.
sei que ambos sentimos este tipo de sentimentos que aqui descreves e sei que muitos outros mais.
mas ler, ouvir ao telefone, numa mensagem escrita ou seja onde for esse sentimento exposto pela pessoa que amamos, transcende-me. é lindo e uma pessoa fica completamente desarmada.
o texto é uma forma muito particuar de me tocar, até porque não é só para mim pois todas as outras pessoas podem ver e constatar o que sentimos, como se o gritasses ao mundo (nao gritas mas escreves).
amarei sempre e não me deves nada, tanto te atiro a corda de salvamento a ti como tu a mim em ocasiões que façam sentido para tal.
nunca deixaremos este sentimento morrer, mesmo que o avião se despenhe e estejamos muito mal. ele manternos-á vivos!
obrigado por tão belas palavras. nem consigo neste momento comentar o sentido geral do post, fico-me pelos sentimentos que me tocam e dizem respeito...
Ai ai o amor ...
Esse sentimento que «parte» coraçoes , que nos faz sonhar acordados , que nos faz suspirar , que nos dá um sentido na nossa vida ...
Amor , axo que ja senti um pouco de todos eles, que descreveste no teu texto ...
E de todos eles aprendi muito , chorei e sofri , mas aprendi muito!
O vosso amor , mudou mt a minha maneira de ser , e ver mt coisa , e fico-vos grata por isso , espero que sejas felizes e que alcancem tudo o que mais desejem , nós , os amigos iremos sempre dar o nosso apoio , beijos ****** e VIVA O AMOR!!!
Achei o texto muito interessante e falando dele de um modo geral, ou aplicando o que escreves nele num modo geral, o mais engraçado é que... desde o dia em que o li até agora, sinto-me quase como um espião na vida das pessoas desconhecidas e, de resto, de todas as outras.
Vejo um casal na rua e pelo seu comportamento consigo ter uma ideias aproximada de que tipo de amor será e analisando pessoas casadas ou enamoradas que conhecemos começamos a pensar… philos… eros… eros… ágape… philos… ágape… eros… ágape philos…
Eu sei o tipo de amor que tenho. E é o melhor que podia ser... comigo nem podaria ser de outra maneira porque eu não contento a minha vida a ter metade quando posso ter tudo.
Por agora e depois de me deixar caminhar no sentido das tuas palavras, apenas te quero dizer isto, não tenhas medo de chorar.... chorar a frente de seja quem for... Chorar é uma lavagem da alma, é respirar de alegria a libertação do que sentes :)
Gostei do teu blog! Um grande abraço e continua :) Forcinha!
Esta rapariga é mesmo estupida... chega aqui hoje toda alterada que ontem ganhou coragem para comentar o teu blog, que o futuro dela se estava a revelar porque tinha feito um grande comentário e que estava cheia de ideias.éstá mesmo parva, é caso para isso tudo!
Só lhe disse que ela ideias tem muitas, letras também, mas se cortarmos metade percebe-se tudo na mesma e se calhar melhor ainda.
obrigado pelo teu blog e pelo que aqui escreves (também vou visitando mas além de não comentar não o faço muito assiduamente. de um modo geral tens coisas que me agradam e outras nem tanto, como é lógico) e obrigado pelas gagalhadas que já nos deste hoje por causa da laura, esta miuda vai longe, há pois vai, mas é a ler ou a ver filmes hahahahaha. João.S.
João, como uma pessoa sincera e honesta não apagarei o teu comentario que embora se dirija mais a falar mal de uma comentadora Minha não me sinto mais que ninguem. Espero que continues a visitar o meu blog e a expressar-te soubre os temas apresentados sempre que quizeres... (desculpa os erros pk estou com uma dor de cabeça terrivel...)
Thinker, eu não tenho medo de xorar, mas ha algo dentro de mim que muitas vezes não o deixa sair... Em criança eu xorava muito... Chamavam-me maricas e cenas assim, depois tive algumas depressões, tudo coisas que me afectaram de uma forma que hoje em dia reparo... Não choro à tanto tempo...
Laura,
A forma como escrevemos tem muito haver com a forma que pensamos. Podes estar a falar da coisa certa mas não estar a falar da maneira mais correcta e isso faz com que te repitas. Mas nem eu nem ninguem é melhor que tu querida! Por exemplo: Tu podes abordar um tema e falar soubre ele como qualquer outra pessoa! Tu podes escrever soubre a floresta como Saramago tambem pode! É tudo uma questão de nos expressarmos como sabemos. Eu não sou perito em escrita, nem tao pouco mais ou menus. Quem me puxou para estes meios foi o Ritchie (ja deves ter reparado nele por estas bandas), no entanto, e mesmo sendo de ciencias, eu ambiciono escrever um livro e tenho esse projecto ja com o primeiro capitulo feitinho! Os meus sentimentos... Bom eu sei expressar muito bem o que sinto na escrita, às vezes melhor ainda na escrita que no real... Acontece que se trata de algo que não gosto de aprofundar aqui, porque penso que essa matéria é do ambito de uma amizade ou da construção da mesma. Mas se quiseres um dia destes "alevantate" do sofá que combinamos uma longa conversa para me conheceres melhor! ;) Beijinhos e até à proxima.
Oh fénix eu peço desculpas se me expressei mal, eu fiz este comentário na brincadeira com a Laura. ela é amiga minha de há uns bons anos e nós fartamo-nos de rir porque ela escreve como fala, ou seja: muito muito muito muito e muito!
ela é uma joia de rapariga e desculpa se te dei a ideia errada, desculpa o facto de ter usado o teu blog para brincar com ela em vez de comentar. nunca fui orgulhoso porque isso não nos leva a lado nenhum, pelo contrário, só nos faz parar ou até regredir, por isso me desculpo pela brincadeira. prometo que a próxima vez que aqui escrever é para comentar o que escreves e nao o que te escreveram.
João.S.
huuuuuuuuuuuuuu isto ta a ficar fixe hehehehehe. só sei é que assim é que é, ou isto é para ter animação... ou então não vale de nada.
vamos lá embora minha gente e oh Laurinha... mas o que é que vem a ser isto??? tu queres-me passar a perna (já passas-te que é diferente) no comprimento dos comments... é que assim não vale, isto de passar a perna ao "umacarradadevezes" campeão do comentário mais longo tem muito que se lhe diga. ké encarár... você ké encarár??? hihihihihih o que um texto de amor veio desencadear! olha lá se fosse de ódio fénix!!!
acho k deves expressar os teus sentimentos sim! acho que aqui também pode ser o lugar idela para tal e para o fazeres com uma relativa facilidade pelo factor escrito. mas também é a ti que te compete decidir quando e como o farás e que sentimentos irás falar. um grande abraço para ti e para os outros comentadores.
Huum... Hoje ja me sinto melhor por isso vim ler com mais calma, João se eu tivesse percebido de inicio que era uma brincadeira eu não tinha feito aquela repreensão, desculpa, voltem sempre que quiserem! Abraços. (Novo post em construção talvez ainda hoje saia).
Va lá vai...o que eu tenho perdido lol
Laura compreendo-te perfeitamente: é horrivel quando a velocidade da escrita não acompanha a velocidade do pensamento.
Se me permites dou-te um conselho, não resolve, mas pelo menos ajuda a que os outros percebam melhor o que escreves, relê sempre os teus textos, as vezes que forem precisas, corta, mete uns pontos e umas virgulas e voilá ;)
Fenix, meu querido, quanto ao teu post: é muito interessante e o mais engraçado é que afinal quem diz que não sabe o que é o amor, é mentira. Pode não conhecer todas as suas formas, mas axo que pelo menos as duas primeiras (Eros e Philos) todos conhecemos.
Beijinhos
estou aqui a escrever só porque não gosto do numero 13 e assim faz-se o 14ª comentário... aproveito para falar aqui de uma coisa que me atormenta. Sou o Ricardo, tenho 22 anos e sou ágape... só que eu peço desculpas ao grupo mas o trtamento de desintoxicação não está a dar resultado e eu não me quero curar... droga boa esta hein!
Sei que não é muito ético e percebo que se só bloguistas registados possam comentar é por querer manter o circulo restrito. mas depois de ver as suas fotografias no olhares (o qual não tenho também) acessei ao seu blog de fotografias e daí cheguei até aqui.
só para lhe dar os parabéns pelos temas, modelos e modos de captar as suas imagens. gostei muito e é bom ver uma pessoa tão nova com essa sensibilidade.
Não faz mal clara, volta sempre que quizeres. Muito obrigado! :D
Bem esmeraste-te lol, como eu sempre disse Paulo Coelho em todos os seus livros transmite uma menssagem de paz espíritualidade e raciocinio, faz-nos pensar em tudo o que nos rodeia.
Diário de um mago foi o primeiro livro de Paulo Coelho que li, foi este o livro que me deu fome de mais e mais, até que me tornei super fã deste grande senhor!
Falando do amor, realmente quem diz que não conhece o amor engana-se, pois todos vivemos várias formas de amor,simplesmente por vezes pensamos que o sentimento psicologico e fisico que deveriamos ter é o mesmo descritos em grandes livros de romance dos anos 20, em que o primeiro beijo dado ao "princepe encantado" fazia levantar o pézinho do chão,em que tudo a nossa volta se tornava maravilhoso...hoje em dia o chamado amor Eros, é mais carnal, mais intenço sem floridos e borbuletas a esvoaçar numa clareira onde um casal dança ao som da musica no coração lol(que inspiração), bem apenas confirmei o que já foi dito e muito bem pelo meu querido Fenix que escreveu um texto belissimo,o texto escrito por ti para a aula de portugues deixou-me de lágrimas nos olhos, pois eu penso que todos nós alimentamos a nossa alma e o nosso amor entregando-nos aos outros!
um beijinho muito grande kerido
um texto extraodinário. eu sou uma pessoa muito fria, talvez em parte pela minha profissão e eu acho sempre que ficarei bem se perder alguém. mentira pois o facto de ter escrito isto já me deixou comovido. agora não sei se pelo que escrevi se de pensar que amanhã pode já não estar na minha vida quem está hoje.
adorei este texto, sem dúvida um dos melhores. deverias de fazer algo do género no novo blog. não me pareces de facil expressão em termos de sentimentos por isso este texto deve de ser importante para quem o dedicas e para ti próprio pelas questões obvias de aprendizagem pessoal e emocional. de facto o amor que sentes pelo chrono e o chrono por ti é de facto algo transcendente e especial, sente-se que é. muitos como eu provavelmente nunca sentirão isso assim e se o sentisem nao o conseguiriam expressar. e daí, sei lá, acho que a vida dá tantas voltas. desejo-te sinceras felicidades. um beijo e um abraço forte.
Descubrirás em breve que estamos a aprender a demonstrar o ágape que sentimos um pelo outro, assim como estamos de coração aberto ao mundo. Não é bem uma questao de me nao me saber expressar, é uma questao de não me expor, porque cada um entende o que eu digo de acordo com os seus conhecimentos ou limitações... Serás assim tão friu? Enquanto tiveres os lobos frontais do cerebro no lugar não serás desprovido de sentimentos, talvez a rotina ou a repetição de sentimentos no dia a dia te faça sentir friu. experimenta coisas novas... sente coisas novas... Bom, vou parar de escrever que amanha levanto às 6 da matina, um muito obrigado pelas visitas!
Por que nao:)
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