terça-feira, 12 de setembro de 2006

Hipótese de Gaia

Venho-vos falar neste post no motivo do novo titulo (ou subtítulo) que inseri no For All Of Us. Gaia é o nome atribuído à deusa Grega que representa a Terra. Não pelo mito mas sim pela Teoria / Hipótese de Gaia eu senti-me realmente muito atraído e mesmo apologista dessa Hipotese. A Hipótese de Gaia foi apresentada em 1969 pelo investigador James E. Lovelock que após vários estudos concluiu haver uma relação muito próxima entre a vida e o planeta em si. A vida existente na Terra cria condições para a sua própria sobrevivência assim como a bioesfera, os oceanos e a crosta terrestre se autorregulam mediante a vida. É como um sistema em que se considera a Terra e os seres vivos como um todo, um ser com vida. É uma visão planetária sobre Gaia. Podemos assim afirmar que as evoluções das espécies e do ambiente estão estritamente relacionadas. Se não reparem: os agentes fotossintéticos – plantas na sua maioria – libertam oxigénio que permite que exista vida complexa e uma camada do ozono, essa camada no ozono permite proteger os organismos vivos de raios solares nocivos e que a vida seja abundante e diversificada. Também existem seres vivos que usam o oxigénio libertado pelos seres fotossintéticos para gerar energia e libertar dióxido de carbono que é posteriormente absorvido pelos seres fotossintéticos para criar mais oxigénio que ajudará a manter uma camada do ozono estável e propicia à vida. Aqui fica mais um exemplo da relação entre a Terra e os seres vivos:
“E para completar o ciclo da transferência de elementos entre os seres vivos e
as rochas que compõem a crosta terrestre, Lovelock advoga “que os organismos
vivos agem como uma bomba gigante, retirando continuamente o dióxido de carbono
do ar e levando-o para o interior do solo, onde ele pode reagir com as
partículas de rocha e ser eliminado”. Vejamos, pois, como funcionaria esse
processo de interacção da vida com os elementos que compõem a Terra: “Imagine
uma árvore. Ela deposita em suas raízes toneladas de carbono retirado do ar –
parte do dióxido de carbono é liberada pela respiração das raízes durante toda
sua vida e, quando a árvore morre, o carbono das raízes é oxidado pelos
consumidores, liberando dióxido de carbono nas profundezas do solo. De uma e de
outra maneira, os organismos terrestres vivos ocupam-se de bombear dióxido de
carbono do ar para o chão, onde ele entra em contacto e reage com o cálcio das
rochas para formar o carbonato de cálcio e o ácido silícico. Estes são
transformados pela água do solo, até ela entrar nas correntes e rios, em seu
caminho para o mar. No mar, os organismos marinhos continuam o processo de
enterramento, captando o ácido silícico e o bicarbonato de cálcio para formar
suas conchas. Na chuva constante de conchas do mar microscópicas, os produtos da
erosão das rochas – calcário e sílica sedimentados – são enterrados no fundo do
mar e mais tarde levados ainda mais baixo pelos movimentos das placas
tectónicas.” Esta é Gaia, a nossa Terra viva. Um complexo sistema onde, na
verdade, os seres vivos não apenas estão adaptados ao meio ambiente, mas actuam
como elemento regulador desse colossal organismo. Aqui é a nossa morada e quanto
mais aprendermos sobre a sua génese e o seu desenvolvimento, mais condições
teremos de preservá-la.”
Desde os tempos mais remotos que a humanidade via a Terra como um ser divino geralmente relacionado com a figura de uma mulher grávida, símbolo de fertilidade. Os Antigos acreditavam que a Terra era um ser vivo até mesmo com uma alma e que se algo fosse feito contra ela seria castigado severamente com pouca produtividade dos produtos da terra, alterações climáticas, desastres naturais… Talvez eles não estivessem tão enganados assim e deste modo que aprendamos mais algumas coisas com os Antigos. A constante utilização de CFCs e a utilização massiva de agentes poluentes como automóveis e fábricas ajudaram a criar o buraco do ozono e a enfraquecer a camada do ozono criando condições para a destruição de colheitas e para o aquecimento global, também provocando problemas relativos à saúde humana – Humanos esses que destabilizaram o sistema de Gaia ao enfraquecer a camada do ozono.
É obvio que quando a teoria Lovelock foi exibida (na altura o investigador trabalhava para a NASA), foi alvo de risos e criticas severas. No entanto com o decorrer do tempo e das capacidades inovadoras dos computadores e dos métodos de investigação, a Teoria de Gaia ganhou terreno no cientificamente aceitável deixando de estar tanto no domínio público ou tão ligado ao oculto/mito.
“O renascimento da teoria de Gaia 31/12/95 Autor: HELIO GUROVITZ Origem do
texto: Editor-assistente de Ciência Editoria: MAIS! Página: 5-12 Edição:
Nacional DEC 31, 1995 Secção: CIÊNCIA Assuntos Principais: TEORIA DE GAIA; JAMES
LOVELOCK; ENTREVISTAFolha - Como o sr. define Gaia? James Lovelock - Não é
simples. A hipótese Gaia surgiu por volta de 1971 e supunha que a Terra regula
seu clima e sua química de um modo que seja confortável para si mesma, e que os
pulmões eram responsáveis por isso. Folha - Como? Lovelock - Essa era uma visão
incorrecta. Aquilo de que falamos hoje é a teoria de Gaia, que é uma teoria
evolutiva, que pensa a evolução dos organismos vivos do mesmo modo como Darwin
fazia. Mas a evolução das rochas, do ar e dos oceanos não fica separada disso.
Os processos evolutivos são acoplados. Na teoria, formulada matematicamente, a
auto-regulação de clima e oceanos é o que chamamos propriedade emergente. A
teoria é aceitável. Mas a hipótese original estava errada. Pulmões não regulam
mesmo nada. Folha - Qual era o erro original da hipótese Gaia? Lovelock - Só
havia um modo de os organismos regularem a química. Era o que a hipótese
sugeria. Mas agora nós acreditamos que é o sistema formado pelos organismos
vivos e pela Terra que se regula. Podemos pensar na Terra como num ninho de
cupins. É feito da parte material com que os cupins constroem o ninho, mais os
próprios cupins que vivem dentro. Tudo junto é capaz de se regular sozinho. O
ninho de cupins é um sistema bem equilibrado. Assim como nós. Se você estender
essa ideia para todo o planeta, vai entender. Não é que os cupins regulem
sozinhos a temperatura do ninho, mas os cupins e o ninho formam juntos um
sistema que regula sua temperatura sozinho. Folha - Por que a comunidade se
enfureceu e se dividiu contra ou a favor de Gaia? Lovelock - A maioria foi
contra (risos). Só um pequeno grupo nos levou a sério. Um grande biólogo
britânico, John Maynard Smith, considera agora que a teoria de Gaia é um tópico
científico válido. Há apenas três anos, ele se referia a ela como uma religião
do mau. Folha - Recentemente uma série de trabalhos parecem dar força à teoria
de Gaia. O sr. poderia mencionar os principais? Lovelock - Não muito longe de
você, em São José dos Campos, houve uma reunião na década de 80 sobre
geofisiologia da Amazónia. Discutiu-se uma visão similar a Gaia do mundo e da
Amazónia. As conclusões foram publicadas num livro intitulado "A Geofisiologia
da Amazónia". Vejo esse livro como uma espécie de ponto inicial, quando
cientistas se reuniram para discutir Gaia a sério. Pessoas que fazem modelos em
centros climáticos começaram a incluir a biosfera em seus modelos. Quando fazem
isso, a não ser que o façam de acordo com Gaia, os modelos não funcionam, ficam
instáveis e caóticos. Quando o fazem de acordo com Gaia, obtêm previsões
interessantes. Recentemente tivemos um resultado de um centro no Wisconsin (EUA)
de que florestas boreais escuras da Sibéria e do Canadá agem de modo a aumentar
o aquecimento do planeta. Folha - O sr. poderia explicar isso em mais detalhes?
Lovelock - Sim. As florestas escuras crescem em regiões perto do pólo Norte. Se
você olhar o formato das árvores, elas são altas, escuras e encobrem a neve.
Vistas do espaço, as florestas são todas escuras. Isso muda o lugar, de modo que
toda a região é aquecida muito mais na presença da floresta. Várias outras
evidências têm surgido. Ainda acho que a melhor prova para Gaia vem da
comparação da Terra com Marte e Vénus. Nossa atmosfera e nosso clima são
consequências da vida. Se a vida fosse removida da Terra, as mudanças levariam o
planeta a ser algo entre Marte e Vénus. Seco, quente e com gás carbónico como o
principal gás atmosférico. Folha - Em 1994, o sr. publicou na revista "Nature".
Há quanto tempo o sr. não publicava em revistas tradicionais? Lovelock - Seria
incorrecto dizer que fui banido (risos). Sou membro da Sociedade Real. Fui
eleito presidente da Sociedade de Biologia Marinha. Também sou um membro
visitante em Oxford. Não estou perdido ou vivendo numa selva. Para cientistas
americanos, talvez, porque certa vez disse que era absurdo falar em vida em
Marte. Mas essa é uma razão política. Folha - O sr. acha que cientistas tentam
evitar a teoria de Gaia como algo que pode ter implicações religiosas? Lovelock
- Você está provavelmente certo. O interesse em Gaia por parte de grupos
religiosos tem muitas desvantagens. Posso compreender a intenção deles, mas isso
repele cientistas que possam estar interessados. Como não tenho direitos sobre o
nome Gaia, uma vez que introduzi a idéia, ela está em domínio público. No século
passado, Darwin também passou por dificuldades com o termo darwinismo social.
Folha - O sr. crê em Deus? Lovelock - Nunca acreditei em Deus, mas não sou um
ateu. Acredito que vivemos não só num lugar estranho, mas muito mais estranho do
que jamais poderemos imaginar (risos). Folha - No último congresso internacional
sobre o clima em Viena, chegou-se à conclusão de que o ser humano é responsável
pelo aquecimento global. Como conciliar o equilíbrio de Gaia com esses seres
"inteligentes"? Lovelock - É preciso lembrar que esse modelo tem 3,5 bilhões de
anos. O homem viveu nele por um tempo muito curto. É um sistema notavelmente
estável. Chegamos muito tarde e representamos uma perturbação. Mas
principalmente para nós mesmos, não tanto para o sistema. Escolhemos alterar a
atmosfera quando o sistema está num estado doente. Foi sobre isso que escrevi na
"Nature". Achamos que a glaciação é o estado saudável de Gaia e períodos
intermediários são um tipo de febre. É a hora errada para liberar gases do
efeito estufa. É como se eu ou você tivéssemos febre e colocassem lâmpadas
quentes perto, de modo que a febre aumentasse. Não é sensato.”
Posso tirar as minhas próprias conclusões desta Hipótese. É uma Hipótese que deixa-me a pensar realmente na razão do nosso ser (Humanos) existir e cada vez penso mais que nos afastamos do nosso caminho biológico e que queremos criar o impossível. Queremos assemelhar-nos a um Deus perfeito que quer criar o seu meio mas não ser dependente dele – faz parte do nosso egoísmo e egocentrismo. Assim sendo, quanto mais nos afastamos das nossas origens, mais somos castigados e tratados como um efeito prejudicial ao Sistema de Gaia. Seremos um dia apagados deste sistema como se de um vírus se tratasse se não optimizarmos a nossa forma de estar em Gaia. E isto é por nós e pelos nossos filhos. Eles terão de ter a mesma consciência de que fazem parte de Gaia e que devem dar-lhe o que ela precisa em troca da vida que ela lhes proporciona.

Beijos e Abraços!!!
P.S.: Não consegui colocar foto neste post por isso virá num próximo post acompanhada de uma citação.

11 comentários:

Fénix disse...

Espero que estejam vivos, pelo menos o suficiente, para comentar... ;)

Pekita disse...

Bemm... A primeira coisa que me veio à cabeça foi: grande! lol Tu e o Ritchie querem que a malta fique míope ou quê? lol

Quanto à hipotese só tenho a dizer-te obrigado, porque era mesmo isto que procurava. Era a ideia que tinha mais ou menos formulada e que agora está confirmada.
Agora tenho a certeza que não acredito em Deus, mas tal como o biólogo, também não me considero ateia (é assim que se diz né? lol).

Tou gostar muito desta reformulação. Força aí!

Beijinhos*

Fénix disse...

É assim mesmo que se diz. :) Nós fazemos parte de um todo, somos seres individuais mas somos como orgãos internos de um ser enorme GAIA. ;)

Ritchie disse...

Bem, eu nem sei se te comente se faça o meu próprio texto no Perfectvisons sobre o assunto por ser deveras sumarento!!!
Antes de mais deixa-me dar-te os meus mais sinceros parabéns pela enorme transformação positiva que todos temos vindo a observar no For All Of Us, não só em termos estéticos como também no seu conteúdo.... Quanto a ele…
Bom é muito complexo poder exercer sobre o que escreves uma opinião concreta, existem, para mim, várias condicionantes para tal sendo que a maior delas é a incerteza que tenho face aos factos que aqui tão bem apresentas como a questões dogmáticas que me são inerentes, tudo aquilo que tenho são suposições e de uma teoria geral que não consigo encontrar, junto um pouco que acho verdade desta com aquela, daquela com a outra e acho que morrerei, eu e todos também, sem certezas de nada.
Falas em Gaia, mas o termo que usas para descrever Gaia como sendo uma teoria científica relativamente nova (nova tendo como ponto de referência temporal tudo aquilo que já se estipula e descobre) é uma coisa que a mim já me parece por demais evidente no planeta terra.
Afinal ele sempre foi auto-suficiente e sempre "andou por si mesmo” fazendo parte de um conjunto, e sendo que esse conjunto é afectado, ou atrasado, com agentes externos que não estariam "contemplados" no inicio do “programa criado”.
O planeta esta preparado para todos os ciclos que falavas mas não para aquilo que se passa nos dias de hoje e que o homem tem possibilitado, para mim só existem duas opções: ou o planeta tem a capacidade de se adaptar e tudo aquilo que de novo (ou melhor… novo não! tudo aquilo que tem sido canalizado e utilizado de um modo diferente do que o previsto) pelo homem seja “reinserido na base de dados” passando a fazer parte e, desse modo, poder funcionar de modo diferente sem que soframos uma catástrofe, quanto a mim, eminente (tendo como ponto de referência temporal todo o tempo da terra, um eminente que afectará a nossa geração tardia ou a futura, não um eminente de para o mês que vem)
Ou então... a catástrofe ser a única solução. Do mesmo modo que quando um computador tem demasiada informação a ser processada ele crasha, neste momento o planeta tem demasiadas janelas abertas para lá daquilo que é normal.
Nos interferimos demais e há coisas que não podemos fazer, os recursos do sítio onde vivemos são explorados e tratados de modo anormal, criam-se pontes, diques, barragens, mudam-se panoramas, cursos de água, ecossistemas e tantas outras coisas que não conseguirão ser auto-suficientes na sua recuperação que não sei não!
Se existir um incêndio a floresta, demorará o seu tempo mas ressurgirá… e uma floresta devastada para uma cadeia de hotéis num resort de luxo? Cresce de novo como?
Acho que o mais certo é que ele próprio, o planta, não o resort, faça um reset em tudo isto, afinal se é um sistema de auto-gerência pode perfeitamente analisar aquilo que o danifica e elimina-lo, ou seja... A nós! Que vivemos segundo as nossas regras e não segundo as do local onde vivemos.
Com tudo isto, e quanto a mim… nada invalida a existência de um Deus... aparte do mundo se auto sustentar ou gerir... ele terá surgido de onde? Nunca acreditei que deus estivesse lá em cima com um comando de “mundostation” na mão a controlar o que aqui se passa... ele eventualmente criou e colocou aqui para quem gerisse, se correr mal...olha tamos fodidos.
Acredito numa força divina e que aparte desta gerência terrena que falas de Gaia existe uma outra entidade que faz a nossa gerência íntima... daquilo que não é material, de uma alma (é o único termo que sei utilizar para descrever o que aqui falo sabendo, por ti, que não é o correcto). Acredito que depois do corpo terminar tem continuidade... mas lá está! Eu não tenho certezas de nada disto.
Belíssimo texto pelo modo como o apresentaste e refutaste. Adoro assuntos destes onde lemos e não podemos de modo nenhum ficar indiferentes. Desculpa a extensão do que te escrevi mas não me contive.
Aquele abraço

Fénix disse...

Bem... já estamos em competição de estenção de textos!! eheheh Bom, como estão fartos de saber, eu não posso acreditar numa coisa como Deus. Recuso-me terminantemente a acreditar numa ideia que foi gerada sem critérios certos. De algum lado tudo o que nos originou veio, mas não quero especular e dizer que tem que existir algo superior que nos possibilitou existir. Aliás! Isso até baixa a minha auto estima! Eu sou alguém capaz de me gerênciar a mim próprio e sou auto criativo! ;)
Esta teoria não é recente, ja tem duas décadas mas está a ganhar terreno no campo científico agora e isso deixa-me muito feliz porque desde... 1998 que oiço falar dessa teoria e tento investigar sobre ela. Penso que a ciência poderá vir a dar uma grande volta com esta teoria planetária.

Ritchie disse...

Ai! é mesmo destes textos que eu gosto pah, mais mais...
Eu também acredito que somos capazes de nos gerenciar a nós próprios tal como acredito na auto gerência do planeta segundo a teoria de Gaia, aliás... eu disse-to no comment anterior, essa parte é connosco mas para aqui chegarmos eu acredito nalguma coisa, não tem que ser necessárimanete deus, mas algo será!
Alguma coisa que nao sei o que é e nao sei se algum dia saberei.
Seja como for esta teoria que falas existe, sabia do tempo de vida da mesma pois enumeravas no texto uma referência a isso mas continuo a achar que é muitissimo recente, afinal vinte anos não são nada, até porque ela terá muito ainda para crescer de modo a fundamentar a sua veracidade, que para mim, é indiscutivel em vários aspectos.
Penso que a ciência poderá dar uma grande volta, mas não só com esta teoria.
Acho que a maturação da sua investigação a irá interligar a outras possibilitando, assim, uma única... mais uma vez, apenas suposições minhas.
não é preciso dizer que este texto é o teu melhor até agora pois não? É que num só juntas e matas dois coelhos pois apresentas ideias e creças profundamente tuas mas de um modo cientifico caracteristicamente teu e com uma extensão nova por aqui, é para continuar!

Pekita disse...

Bem eu sou pessima a discutir estes problemas pela escrita, mas penso que daria uma belissima conversa ;)

Tudo tem um equilibrio, porque esse equilibrio é necessário. Se esse equilibrio é transtornado então ele tem de ser reposto através de todos os meios possiveis.
É esta a ideia que tenho.

Ritchie disse...

concordo contigo... a questão aqui, de facto, é: que meios serão esses, de que maneira serão utilizados e por quem... disseste de um modo sucinto o que já havia dito com meu discurso habitualmente extenso. Estou a adorar isto pah... mais mais hehehehe

Andreia disse...

é pá vou ser super sincera oh migo ... nao li , é pá nao li ... nem os coments sequer ... é pá tive a trabalhar e ler tudo isto ia-me atrofiar os poucos neuronios que ainda estou a «respirar»... espero que nao me leves a mal ... talvez me expliques mt resumidamente (mesmo) o que escreveste quando falarmos lol ... beijos ... ta de facto melhor o blog mt parabens ...
Mas deixa la de por textos maiores que o dos do ricardo senao tamos mal lololol . Força ai ;)

Fénix disse...

O texto é muito simples e facil de ler... Quando tiveres oportunidade poderás ler, ele não fujirá daqui. ;)

Lady_S disse...

Wowww, sou ser integrante e ativo na terra, ou melhor era depois de ler este texto enor e morrer com os olhos revirados lol

Parabens hehehe

bjito