Não sou eu quem escreve,
é ele, o heterónimo que não dorme.
O ser que morre e ressuscita incessantemente.
A personalidade que me embriaga em sonhos de mundos longínquos,
onde reinam as sombras carmins.
Não sou eu quem escreve.
É o alado viajante [em mim,
é o fogo que alimenta o conhecimento,
é o belo olhar Magenta.
Não sou eu.
É ele.
Fénix, eternamente, renascida.
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